Teresina vai usar Blockchain para controlar o transporte público

O Brasil não é referência no mercado de blockchain mas acaba de apresentar um projeto pioneiro no mundo. Ele vem da cidade de Teresina, capital do Piauí. A prefeitura da cidade anunciou que vai implementar a tecnologia de blockchain para administrar o transporte público municipal.

O plano, que deve trazer ganhos importantes para o mercado de moedas digitais, é coordenado pela Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (Semplan) e pela Agenda 2030. Segundo informações da prefeitura de Teresina, o objetivo é usar o blockchain para guardar todas as informações sobre o transporte público, como relatórios de viagem, ordens de serviço, balanço financeiro, entre outros dados.

A administração municipal já faz esse monitoramento, mas buscamos algo mais tecnologicamente evoluído. Então elaboramos uma proposta que pudesse melhorar o transporte público na sua gestão”, lembrou a coordenadora da Agenda 2030 em Teresina, Gabriela Uchoa, para o site oficial da prefeitura da cidade.

 A primeira

O projeto já está bem encaminhado e torna a cidade como pioneira ao aplicar em políticas públicas. A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito, da Organização dos Estados Americanos (OEA), também está à frente do programa. Participaram também a Escola de Governo Aberto e a Fundação Hyperledger, esta desenvolve projetos de blockchain.

A ideia é que se crie um comitê de co-gestão e monitoramento desses dados e validação deles. Assim como o de toda essa parte de funcionamento“. O principal é que o transporte coletivo seja monitorado através do sistema Blockchain”, completa Gabriela.

A assessoria da prefeitura informou também que ainda não há uma data prevista para testar mo projeto na prática.

O avanço do projeto em Teresina

Especialistas em moedas virtuais estão tratando o projeto da prefeitura municipal de Teresina-PI como um avanço no setor. Ao tomar conhecimento de um plano de sucesso envolvendo as criptomoedas o Governo brasileiro voltar atrás e repensar algumas decisões. A principal é não regular as criptomoedas, como o bitcoin, como disse o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajin. 

Em entrevista coletiva, durante o encontro do G-20, em março deste ano, na Argentina,  ele disse que o Brasil não vai regular moedas virtuais. Porém, as moedas serão vigiadas pelo país assim como outras nações vêm fazendo nos últimos anos.

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